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http://monografias.uem.mz/handle/123456789/5418Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Sancura, Miguel Samuel | - |
| dc.date.accessioned | 2026-03-05T13:29:04Z | - |
| dc.date.issued | 2025-11-02 | - |
| dc.identifier.uri | http://monografias.uem.mz/handle/123456789/5418 | - |
| dc.description.abstract | Research subordinated to the theme “Social Contract as a Presupposition for a Just Society in Jean-Jacques Rousseau”. This research seeks to answer the following question: How can the reconstruction of political assumptions contribute to the existence of a just society? The work is divided into three parts. In the first part, the factors that led to the emergence of the social contract are contextualized, such as: the Enlightenment, the socio-economic and political conditions of France (17th century), and contractualism. In the second part, it is explained that the social contract and political power, after the transition from the State of Nature to the civil state, result from an agreement among the members of society, recognizing the authority, equally over all, of a set of rules and a government. However, it cannot be forgotten that the citizen loses natural freedom and unlimited rights through the social contract, but gains civil freedom and property. The State is concerned with ensuring that each citizen obeys the law, as a way to guarantee social harmony. The general will has the common good as its object, and no other particular interest. Sovereignty is the exercise of absolute power directed by the general will, absolute power given by the body politic/social through the social pact. Thus, it is also described that the signs of good governance of a just society are against corruption, fraudulent elections, dictatorship, and political intolerance. In the third part, the assumptions of a just society and social harmony are discussed. Justice has to do with the application of norms, laws, and rules to guarantee equity, transparency, equality, and social order. A just society is transparent and does not identify with acts that affect social harmony, such as social inequality, tyranny, social exclusion, lack of access to quality healthcare and education, and other social problems. Social harmony has to do with the state of balance and cooperation between rulers and citizens of a society | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Eduardo Mondlane | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Contrato social | pt_BR |
| dc.subject | Justiça social | pt_BR |
| dc.subject | Soberania | pt_BR |
| dc.subject | Jean-Jacques Rousseau | pt_BR |
| dc.title | Contrato social como pressuposto para uma sociedade justa em Jean-Jacques Rousseau | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Cossa, Eugénio | - |
| dc.description.resumo | A pesquisa subordina-se ao tema „‟Contrato social como pressuposto para uma sociedade justa em Jean-Jacques Rousseau”. Esta pesquisa procura responder a seguinte pergunta: Em que sentido o contrato social, em Rousseau pode contribuir para a existência de uma sociedade justa? E tem como objectivo geral: analisar o contrato social como pressuposto para uma sociedade justa em Jean-Jacques Rousseau. E objetivos específicos: contextualizar historicamente e filosoficamente a emergência do contrato social (i); explicar o contrato social e a (im) possibilidade da existência de uma sociedade justa (ii); e Identificar os pressupostos para uma sociedade justa (iii). Quanto a metodologia a pesquisa usou o método bibliográfico, que consistiu na leitura e interpretação das obras e artigos citados, auxiliada pela técnica da hermenêutica. O trabalho encontra-se dividido em três partes. Na primeira parte contextualiza-se os factores do surgimento do contrato social, tais como: o iluminismo, a condição socioeconómica e política da França (XVII) e o contratualismo. Na Segunda parte explica-se que o contrato social e o poder político, após a transição do Estado da Natureza para o civil, resultam do acordo entre os membros da sociedade, reconhecendo a autoridade, igualmente sobre todos, do conjunto de regras, de um governo. Mas, não se pode esquecer que o cidadão perde pelo contrato social a liberdade natural e um direito ilimitado mas, ganha a liberdade civil e a propriedade. Ora, o Estado preocupa-se que cada cidadão obedeça a lei, como forma de garantir a harmonia social. A vontade geral possui como objecto em comum, o bem comum e nenhum outro interesse particular. A soberania é o exercício do poder absoluto dirigido pela vontade geral, poder absoluto esse dado pelo corpo político/social por intermédio do pacto social. Assim, também, como se descreve que os sinais da boa governação da sociedade justa são contra a corrupção, eleições fraudulentas, ditadura e intolerância política. Na terceira parte discute-se sobre os pressupostos da sociedade justa e harmonia social. A justiça tem a ver com a aplicação de normas, leis e regras para garantir a equidade, transparência, igualdade e a ordem social. A sociedade justa é transparente e não se identifica com actos que afectam a harmonia social, tais como a desigualdade social, tirania, exclusão social, falta de acesso a saúde, educação de qualidade e outros problemas sociais. A harmonia social tem a ver com o estado de equilíbrio e cooperação entre os governantes e cidadãos de uma sociedade | pt_BR |
| dc.publisher.country | Moçambique | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Filosofia | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UEM | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Ciências Humanas | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Filosofia | pt_BR |
| dc.description.embargo | 2026-02-11 | - |
| Aparece nas coleções: | FAFILO - Filosofia | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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