DSpace at My University FLSC - Faculdade de Letras e Ciências Sociais FLSC - Sociologia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorPinto, Norton Afonso Alfredo-
dc.date.accessioned2021-09-14T08:32:29Z-
dc.date.issued2002-09-01-
dc.identifier.urihttp://monografias.uem.mz/handle/123456789/1557-
dc.description.abstractIn our day-to-day we hear about various realities, such as "woman;" "men;" "domestic violence;" "early marriage;" "Child labor;" “street child” and others. For all these realities we have tacit knowledge (at least we know what they are). What we don't always do is question what makes us “sure” that these realities are as we think they are. It is in this context that the present work emerges with a view to trying to understand how the “official speech” about the “street child” gains substance. in other words, of what \f way the knowledge about the “street child” reality becomes “normal.” Focusing on what we call “official discourse” (governmental, NGO's, academics and other institutions) we hypothesize that there are four analytical moments that lead to the normalization of the “street child” reality. The analytical moments were, namely stock/stocZ: social knowledge; institutionalization; legitimization and normalization of the “street child” reality. We advance the idea that, behind the aforementioned analytical moments, there are perceptions and practices related to what is expected of a “child.” The way in which the “street child” is perceived results from the perception that a “normal” child should live in a house with relatives or protectors, and not on the street; must study; etc. Hence, there are practices that aim to prevent "children" from becoming "street children" and, those who have already become, (re)integrate them into society (since it is assumed that they are "marginal" to it) . As a conclusion (unfinished) we have the idea that the “street child” does not exist as an essence or as something “natural”, but as a result of a social construction.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Eduardo Mondlanept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCriançapt_BR
dc.subjectCrianças em situaçao de ruapt_BR
dc.subjectConstrução social da infânciapt_BR
dc.subjectVulnerabilidade socialpt_BR
dc.subjectMoçambiquept_BR
dc.titleA Construçao social da criança de rua: um estudo sobre as percepções e praticas relacionadas com a criança de rua em Moçambiquept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Macamo, Elísio-
dc.description.resumoNo nosso dia-a-dia ouvimos falar de várias realidades, tais como “mulher;” “homem;” “violência doméstica;” “casamento prematuro;” “trabalho infantil;” “criança da rua” e outras. Para todas estas realidades temos um conhecimento tácito (sabemos no mínimo o que são as mesmas). O que nem sempre fazemos é questionar o que nos dá a “certeza” de que estas realidades são como pensamos serem. É neste âmbito que surge o presente trabalho com vista a tentar compreender como o “discurso oficial” sobre a “criança da rua” ganha corpo. Por outras palavras, de que forma o conhecimento sobre a realidade “criança da rua” toma-se “normal.” Concentrando-se naquilo que designamos “discurso oficial” (governamental, de ONG's, acadêmicos e outras instituições) levantamos hipótese de que há quatro momentos analíticos que conduzem à normalização da realidade “criança da rua.” Os momentos analíticos foram, nomeadamente estoque/stocZ: social de conhecimento; institucionalização; legitimação e normalização da realidade “criança da rua.” Adiantamos a ideia segundo a qual, por de trás dos momentos analíticos antes referidos, estão percepções e práticas relacionadas com o que espera-se de uma “criança.” A maneira como é percebida a “criança da rua” resulta de percepção de que uma criança “normal” deve viver numa casa com familiares ou protectores, e não na rua; deve estudar; etc. Daí que há práticas que visam evitar que “crianças” tomem-se “criança da rua” e, as que já tomaram-se, (re)integra-las na sociedade (já que pressupoe-se que são “marginais” à mesma). Como conclusão (não acabada) temos a ideia segundo a qual a “criança da rua” não existe como uma essência ou como algo “natural”, mas como resultado de uma construção social.pt_BR
dc.publisher.countryMoçambiquept_BR
dc.publisher.departmentFaculdede de Letras e Ciências Sociaispt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento de Sociologiapt_BR
dc.publisher.initialsUEMpt_BR
dc.subject.cnpqCiências Humanaspt_BR
dc.subject.cnpqSociologiapt_BR
dc.description.embargo2021-09-03-
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